Archive | Janeiro, 2011

Lições nº 32 e 33

28 Jan

     Durante a última semana de 17 a 21 de Janeiro decidimos prosseguir nas nossas pesquisas já atribuídas á duas semanas atrás, organizámos e seleccionámos o material que nos irá ser útil das pesquisas efectuadas.

   Segundo as sugestões da professora, o grupo reformulou algumas incorrecções na estruturação dos textos do blog. Realizamos, também, uma nova actualização do mesmo.

Introdução

28 Jan

     Entre os séculos XVIII e XIX Portugal era o principal produtor de ovos da Europa (possivelmente do mundo). A maior parte de sua produção tinha destino certo: fornecer claras para utilização na actividade manufactureira. As claras eram usadas como elemento purificador na fabricação de vinho branco e, principalmente, para engomar as roupas dos ricos e elegantes do mundo ocidental.

     Com tantas claras a serem exportadas, Portugal tinha de utilizar as gemas que excediam em largas toneladas todos os anos. Nas fazendas e criações mantidas pela Igreja, nos mosteiros e, principalmente, nos conventos que se espalhavam às centenas no interior do país, a gema era a principal fonte de alimentação para as criações de porcos e outros animais, que por sua vez eram a principal fonte de alimentação de monges, freiras e aldeões das redondezas. Mas a gema disponível era tanta que ainda assim sobrava.

     A quantidade de matéria-prima – aliada à fartura do açúcar que vinha das colónias portuguesas – foi a inspiração inicial para o surgimento de doces à base das gemas de ovos, realizados pelas cozinheiras dos conventos. Não é por acaso que, muitos nomes de doces portugueses são inspirados na fé católica, como, por exemplo, a barriga de freira, o toucinho-do-céu, o papo-de-anjo, entre muitos outros.

     O destino dos doces era, principalmente, a venda nas vilas das redondezas. O dinheiro da sua comercialização servia para fortalecer o orçamento dos conventos. Aos poucos, o ofício da confecção dos doces passou das freiras para as mulheres que, por diversas razões, eram criadas dentro dos conventos. Rapidamente, os doces de ovos passaram a ser fonte importante de renda em muitas vilas do interior de Portugal. E começaram a chamar á atenção nas grandes cidades. Foram parar nos restaurantes de Lisboa, do Porto, de Setúbal, de Guimarães e, daí, para todo o mundo.

Lições nº 30 e 31

21 Jan

     Na passada 3ª feira (11.01.11) , o nosso grupo decidiu que continuar com as pesquisas das histórias e receitas dos doces conventuais das diferentes sub-regiões do país. Na 6ª feira (14.01.11), o grupo continuou as actividades da aula anterior e actualizou o blog. Na minha opinião esta semana foi pouco produtiva. Não houve , do meu ponto de viste nenhum avanço significativo no nosso projecto.

Lições nº 28 e 29

21 Jan

Nas aulas nº 28 e 29 fizemos um balanço sobre o 1º período. Decidimos mudar a nossa relação e a nossa maneira de ser e para tal concluímos que devemos ser mais cooperativas e colegas de trabalho. Decidimos que todas as semanas irá haver uma divisão de tarefas.

Esta semana as tarefas estipuladas foram: a Dora e a Sónia ficaram encarregues de fazer uma pesquisa de receitas e mitos sobre as sub-regiões do Norte. A Sónia ficou com as sub-regiões: Minho-Lima, Grande Porto, Tâmega e Trás-os-Montes. A Dora ficou com as sub-regiões: Cávado; Entre Douro e Vouga, Ave e Douro.

A Joana Formiga e a Joana Batalha ficaram com as sub-regiões do sul. Dividiram-nas unanimemente pelas duas, ficando a Formiga com: Baixo Vouga, Beira Interior Norte, Serra da Estrela, Pinhal Interior Norte e Pinhal Interior Sul. A batalha ficou com: Dão Lafões, Baixo Mondego, Beira Interior Sul e Pinhal Litoral.

A metodologia que usámos para a pesquisa das receitas foi; em cada região da NUT III pesquisámos as cidades que haviam nessas sub-regiões, assim pesquisámos os doces de cada sub-região, a sua confecção e a sua história. Deste modo, passou-se a nossa primeira semana de Janeiro de 2011.

Visita à mostra de doces e licores conventuais no Mosteiro de Alcobaça

14 Jan

     No passado dia 21 de Novembro de 2010 tivemos a oportunidade de visitar a mostra de Doces e licores conventuais, no Mosteiro de Alcobaça. Tivemos como anfitriões D.Pedro e Dª.Inês nesta mostra que já se realiza há 12 anos. Os protagonistas da mais dramática história de amor da História de Portugal acolheram-nos, representados na pele de dois cidadãos, que pensamos pertencer ao concelho de Alcobaça, com um grande sorriso e muita simpatia.

     O Mosteiro de Alcobaça privilegiado pela sua beleza, riqueza cultural e histórica foi, na nossa opinião, um local, sem dúvida bem escolhido para acolher as mais de 40 bancas que estiveram à disposição de todos os visitantes. Este local proporcionou-nos um aumento do conhecimento que tínhamos acerca do nosso tema de trabalho, bem como a oportunidade de provar alguns dos mais bem guardados segredos vindos das cozinhas dos conventos Portugueses, de Norte a Sul de Portugal, bem como dos Açores e da Madeira.

Apresentação

14 Jan

     Somos um grupo de alunas que, no presente ano lectivo, frequenta o 12º ano de escolaridade e no âmbito da disciplina de Área de Projecto estamos a desenvolver um projecto designado “Doces conventuais e licores”, nomeadamente ao nível da sua origem e confecção.
     Certos doces conventuais são característicos de determinadas regiões do nosso país e têm a sua própria história, tendo em comum o facto de todos terem sido pensados e confeccionados por freiras e monges.
     Deste modo, este trabalho é também uma forma de abordarmos e apelarmos ao consumo dos produtos nacionais.