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Bolo Podre

2 Mai

Receita:

Ingredientes:

  • 5 Ovos
  • 350 gr de açúcar amarelo
  • 1 Colher de (sopa) de mel
  • 1 Colher de (sopa) de azeite
  • 21/2 Dl de leite gordo
  • 1 Colher de (sopa) de banha
  • 1 Colher de (sopa) de manteiga
  • 1 Colher de (chá) de raspas da casca de limão
  • 1 Colher de (chá) de canela em pó
  • 300 gr de farinha de trigo com fermento
  • Manteiga e farinha para untar e polvilhar a forma
  • Açúcar em pó

Preparação:

Unte com manteiga uma forma redonda com chaminé ao meio e polvilhe-a com farinha. Acenda o forno antes de começar a bater o bolo. Bata os ovos com o açúcar peneirado, até obter uma gemada cremosa. Junte o azeite, o mel, o leite, a banha e a manteiga amolecidas em banho-maria, sem parar de bater a massa. Aromatize com raspas de limão e canela. Por fim, junte a farinha peneirada, misturando-a sem bater. Deite a massa na forma e leve ao forno a cozer.

     Passados 40 minutos, verifique se o bolo está cozido. Deixe arrefecer, desenforme e polvilhe com açúcar em pó.

Coscorões

2 Mai

História:

     Pensa-se que este doce seja de origem mourisca, tendo sido introduzido na Europa pelos cruzados. Por ser um doce com alguma resistência ao tempo, era expressamente feitos para longas viagens, principalmente na idade média. Este doce podia ser regado com  mel ou sal.

     Hoje em dia é um doce tipicamente natalício de muitas regiões do país de onde se destacam o Alentejo, Beira Baixa e Trás-os-montes.

     Podem ser quadrados, redondos ou triangulares mas fazem parte da nossa tradição e raramente faltam numa mesa de natal portuguesa.

Receita:

Ingredientes:

  • 30 gr Fermento de Padeiro
  • 1 dl Leite Morno (100 ml)
  • 500 gr Farinha de Trigo
  • 4 colheres de sopa de Aguardente
  • Raspa de 1 Laranja
  • 3 Ovos
  • Farinha;Óleo ou Azeite q.b.
  • Açúcar e Canela

Preparação:

Dissolva o fermento de padeiro no leite morno e junte-o à farinha. Amasse bem e adicione a aguardente, a raspa da laranja e os ovos. Amasse mais um pouco (se necessário vá adicionando mais farinha) de maneira que fique bem ligada. Deixe a massa levedar até obter o dobro do volume. De seguida, estenda a massa numa superfície polvilhada com farinha e corte os coscorões. Quanto mais fina ficar, mais estaladiços ficam os coscorões. O tamanho e forma dos coscorões depende do seu gosto. Frite-os em óleo ou azeite  bem quente e deixe-os escorrer em papel absorvente. Num prato, coloque açúcar e um pouquinho de canela a seu gosto. Passe os coscorões nesta mistura e coloque-os num prato de servir.

Pampilho

2 Mai

História:

     Este é um doce ribatejano muito popular, a sua forma e nome prestam homenagem aos campinos da região, que para conduzir o gado utilizam uma vara comprida a que chamam, exactamente, de pampilho.

Receita:

Ingredientes:

  • 250 gr de açúcar;
  • 250 de margarina;
  • 2 ovos inteiros;
  • 600 gr de farinha;
  • ovos moles (4 gemas, 4 c.sopa açúcar, 6 c. sopa de agua.vai tudo ao lume até engrossar);
  • canela.

Preparação:

Mistura-se o açúcar com a margarina amolecida e os ovos. Junta se a farinha e trabalha-se a massa energicamente. Estende se a massa com rolo enfarinhado, corta se em rectângulos e recheia se com ovos moles e polvilha se com canela. Enrolar os pampilhos, pincelam-se com gema de ovo e vai ao forno.

Dão Lafões

2 Mai

     Dão Lafões  é uma sub-região estatística portuguesa, que faz parte da Região Centro e, maioritariamente, do distrito de Viseu. Limita a norte pelo Tâmega e o Douro, a leste pela Beira Interior Norte e a Serra da Estrela, a sul pelo Pinhal Interior Norte e pelo Baixo Mondego e a oeste pelo Baixo Vouga e o Entre Douro e Vouga. Viseu é a sua principal cidade e Sede com 68000 habitantes, sendo a segunda maior e mais populosa cidade do centro de Portugal a seguir a Coimbra. Tem região tem uma área de 3483 km² e uma população 291 017 segundo as estatísticas de 2006.

É composta por 14 concelhos que são: Aguiar da Beira, Carregal do Sal, Castro de Daire,Mangualde, Nelas, Oliveira de Frades, Penalva do castelo, Santa Comba Dão, São Pedro do Sul, Sátão, Tondela, Vila Nova de Paiva, Viseu e Vouzela

Trouxas da Malveira

2 Mai

História:

     Inspirada nas antigas lavadeiras saloias, que traziam, à cabeça, as trouxas de roupa que “a freguesa deu ao rol”, Maria Emília Esteves lança em 1952, com um êxito quase imediato, as famosas Trouxas da Malveira, deliciosas tortinhas de pão-de-ló com saboroso creme de baunilha e frutos secos moídos.

     A história das trouxas começa nos “segredos” do convento de Odivelas, onde trabalhou durante muitos anos a madrinha de Maria Emília. A simpática senhora, apesar do seu convívio diário com as freiras e respectivas tradições, não trouxe consigo para a Malveira nenhum dos tais “segredos” que se suponha conhecer, tendo aberto “apenas” uma requintada leitaria. Depressa D. Emília apercebeu-se do “erro” e decide lança-se num novo negócio, desta vez num pequeno espaço junto à passagem de nível a que deu o nome de Tentadora. Aí a história foi outra e D. Emília não tinha mãos a medir para tantos pedidos. Então, para a ajudar no negócio, D. Emília, chamou sua a afilhada e uma velha amiga com ela trabalhara no convento de Odivelas, D Teresa e com ela começaram a ser fabricados alguns dos segredos do convento. D. Teresa começou a fazer as trouxas, um doce muito leve e requintado que confeccionava em pequenas quantidades e destinado a uma clientela mais fina. Com a morte D. Teresa morre, o segredo das trouxas fica na família de D. Emília. E a afilhada D. Maia, decide pega na receita e continua a sua comercialização. Desde então as Trouxas da Malveira ganharam muitos apreciadores.

Receita:

Ingredientes:

  • 500 gr claras batidas em castelo
  • 250 gr gemas
  • 600 gr farinha
  • 900 gr açúcar

Juntar tudo e bater. Vai ao forno a cozer.

Recheio:

  • 300 gr amêndoa torrada e moída
  • 350 gr açúcar
  • 2,5l leite
  • 400 gr baunilha

Vai ao lume até engrossar. Depois das Trouxas cozidas coloca-se o creme e polvilha-se com açúcar.

Pastéis de Belém

2 Mai

História:

     No inicio do Século XIX, em Belém, próximo do Mosteiro dos Jerónimos, funcionava uma refinação de cana-de-açúcar associada a um pequeno local de comércio variado. Com a Revolução Liberal de 1820, foram encerrados os 1834 conventos de Portugal, expulsando o clero e os seus trabalhadores. Para sobreviver, alguém do Mosteiro começou a vender nessa loja uns pastéis doces, que se tornaram conhecidos por “Pastéis de Belém”. Nesta altura, a zona de Belém ficava longe da cidade de Lisboa e o percurso era assegurado por barcos a vapor. Mas a  Em 1837, iniciou-se o fabrico dos “Pastéis de Belém”, em instalações próximas da refinação, segundo a antiga “receita secreta”, trazida do Esta receita mantém-se igual até hoje e é, exclusivamente, conhecida pelos mestres pasteleiros que os fabricam artesanalmente na “Oficina do Segredo”.

Receita:

Ingredientes:

Massa:

  • 300 gr de farinha
  • 250 gr margarina para folhados
  • Sal e água

Recheio:

  • 1/2 L de leite
  • 9 Gemas
  • 10 Colheres (sopa) de açúcar amarelo
  • 1 Saqueta de leite-creme instantâneo
  • 1 Colher de chá de farinha
  • 1 Colher de chá de farinha Maizena
  • 1 Pau de canela
  • 1 Casca de limão
  • 2 Colheres de chá de essência de baunilha em pó
  • Canela e/ou açúcar em pó a gosto

Preparação:

Misture a farinha, o sal e a água; trabalhe a massa até ligar. Divida a margarina em 3 porções. Estenda a massa, espalhe sobre ela 1/3 da margarina e enrole como um tapete. Repita esta operação mais duas vezes, até acabar a margarina. No final deixe descansar 20 minutos. Em seguida corte a massa em quadrados de 2cm de espessura, e coloque cada quadrado sobre uma forma lisa indicada para este tipo de pastéis. Dissolva a saqueta de leite-creme no leite, não muito quente. Leve ao lume em banho-maria as gemas batidas com o açúcar amarelo, o leite-creme dissolvido no leite, o pau de canela, a casca de limão, a farinha, a farinha Maizena e a essência de baunilha até o preparado engrossar. Deixe aquecer levemente e coloque uma porção do preparado dentro de cada forma, que a encha, mas não demasiado. Leve ao forno, até ficarem cozidos e tostados. Podem ser comidos mornos ou frios. Polvilhe-os, se quiser com canela e/ou açúcar em pó a seu gosto.

Lezíria do Tejo

2 Mai

      A Lezíria do Tejo é uma sub-região estatística portuguesa, que faz parte da Região Estatística (NUTS II) do Alentejo, incluindo vários municípios do Distrito de Santarém e ainda um município do Distrito de Lisboa (a Azambuja).

      É limitada a norte pelo Pinhal Litoral e pelo o Médio Tejo, a leste pelo Alto Alentejo, a sul pelo Alentejo Central e a Península de Setúbal e a oeste pela Grande Lisboa e o Oeste. Tem uma área de 4 007 km² e uma população estimada em 249 900 habitante, segundo dados de 2009.

     A lezíria e composta por 11 concelhos que são: Almeirim, Alpiarça, Azambuja, Benavente, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Golegã, Rio Maior, Salvaterra de Magos e Santarém.

     Estes municípios subdividem-se num total de 91 freguesias, o que dá uma média de cerca de 8 freguesias por concelho. As freguesias têm uma área média de 46,91 km² e uma população média de 2647 habitantes, mas os valores exactos variam entre as áreas.

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